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Bataguassu, 10 de Abril de 2020
 
25/03/2020 - 09h31
Padrasto admite que ficou sozinho com Gabrielly, mas nega que a tenha estuprado
redação
Midia Max

Prestou depoimento à Polícia Civil na manhã desta terça-feira (24), em Brasilândia, a 382 quilômetros de Campo Grande, o padrasto da menina Gabrielly Magalhães de Souza, de 10 anos, que foi morta de forma cruel pela própria mãe, Emileide Magalhães, de 30 anos, no sábado passado. Ele foi preso por suspeita de participação no homicídio e por suspeita de estupro contra a vítima, mas negou os fatos.

De acordo com o delegado Thiago Passos, titular da delegacia de Brasilândia e responsável pelo inquérito, a vítima, antes de ser morta, teria comentado que foi abusada em um dia que ficou sozinha com o padrasto. Ele admitiu que de fato ficou a sós com a menina em ocasião em que a família foi viajar, mas negou que tenha tido qualquer ‘contato íntimo’ com ela.

“Ele negou o estupro e negou participação, mas temos indícios que apontam que ele abusou dela, como relatos testemunhais e resultados da perícia que mostram que ela teria sofrido violência sexual”, explicou Passos. Quanto ao homicídio, não há informação de que o homem estivesse no local. “Resta saber agora se ele sabia previamente dos planos da mulher”.

Conforme já noticiado, no corpo da criança havia sinais de que ela havia sido torturada antes de ser asfixiada com um fio elétrico pela própria mãe que confessou o crime. A mãe foi presa em flagrante. O irmão de 13 anos de Gabrielly, que participou do crime contou na delegacia, que a menina implorava por socorro quando era assassinada.

O garoto disse achou que a mãe teria levado a irmã até o local para dar uma surra nelas, mas quando chegou derrubou a menina no chão e com um fio elétrico teria começado enforcar a filha que pedia por socorro. Neste momento com medo, o garoto teria se escondido, mas voltado para ajudar a mãe a enterrar a criança de cabeça para baixo em um buraco. A menina foi enterrada ainda viva de cabeça para baixo ficando, apenas, os pés para fora do buraco.

Mesmo já dentro da cova, Gabrielly pedia por socorro. A mãe e o irmão da vítima deixaram o local em seguida, mas segundo o delegado a mulher ainda teria voltado ao local para averiguar se a filha estava morta, e ao perceber que ainda estava viva ficou esperando até que Gabrielly morresse.

Segundo as investigações, a menina havia contado no ano passado a uma coleguinha da escola, que estava sendo estuprada pelo padrasto, a amiguinha teria falado para contarem para a professora, mas a menina não quis já que teria sido ameaçada pela mãe, que sabia dos abusos.

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